Frequentemente atribuído ao ensino básico, o bullying também se faz presente na educação superior. Embora combatida por lei, a intimidação sistemática ainda é recorrente na sala de aula e afeta diretamente o processo de formação dos alunos – sejam eles crianças, adolescentes ou adultos.

De acordo com César Lavoura Romão,  professor na Faculdade de Direito do Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), o bullying se dá por diversos fatores e, na maioria das vezes, envolve uma característica da diversidade. “O que gera esse preconceito e essa segregação com base em uma característica diferente? Pode ser racismo ou etarismo, por exemplo. Percebemos que precisamos de orientação nessa convivência com a diversidade. A partir da percepção de que o outro é diferente, algumas pessoas com mais maturidade e com uma mentalidade inclusiva vão conviver. Mas boa parte da população ainda deixa aflorar esse sentimento instintivo da rejeição e do ataque, que pode ser uma violência física ou psicológica”, sinaliza.

O advogado defende o estabelecimento de uma cultura de respeito nas IES, que requer um trabalho de treinamento, conscientização e de convivência com a diversidade.

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