"O homem verdadeiramente nobre é aquele que sabe ser verdadeiramente justo."
Fénelon (1651-1715) - arcebispo e escritor francês
 

 

 : Início
 : Apresentação
 : Clipping
 : Contatos
 : Cursos
 : Dados do Setor - SINDATA
 : Diretoria
 : Diretrizes Curriculares
 : Educacional
 : Eventos
 : Instituições
 : Jurídico
 : Newsletter
 : Notícias
 : Processo Seletivo
 : CAPES
 : C.E.E.
 : C.N.E.
 : INEP
 : MEC
 : SESu
 : SEMTEC

DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO- Nº 11 – 17/01/2005 (SEGUNDA-FEIRA) – SEÇÃO 1- PG. 4

 

ATOS DO PODER EXECUTIVO

 

DECRETO DE 14 DE JANEIRO DE 2005

 

Cria o Comitê de Orientação e Supervisão do Projeto Rondon e dá outras providências.

 

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea “a”, da Constituição,

 

D E C R E T A :

 

Art. 1º Fica criado o Comitê de Orientação e Supervisão do Projeto Rondon, que terá por objetivos:

 

I - executar as ações do Projeto Rondon de acordo com as diretrizes básicas constantes do Anexo a este Decreto;

 

II - orientar a política de atuação do Projeto Rondon; e

 

III - propor diretrizes para as atividades a serem desenvolvidas.

 

Art. 2º O Comitê será integrado por um representante, titular e suplente, de cada órgão a seguir indicado:

 

I - Ministério da Defesa, que o presidirá;

 

II - Ministério da Educação;

 

III - Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome;

 

IV - Ministério da Saúde;

 

V - Ministério do Meio Ambiente;

 

VI - Ministério da Integração Nacional;

 

VII - Ministério do Esporte;

 

VIII - Ministério do Desenvolvimento Agrário; e

 

IX - Secretaria-Geral da Presidência da República.

 

§ 1º Os membros do Comitê serão indicados pelo titular do órgão representado e designados pelo Ministro de Estado da Defesa.

 

§ 2º Os membros do Comitê terão mandato de dois anos, podendo ser reconduzidos.

 

§ 3º O Comitê deliberará mediante resoluções, por maioria simples dos presentes, tendo seu Presidente o voto de qualidade no caso de empate.

 

Art. 3º O Comitê contará com as seguintes Comissões:

 

I - de Coordenação-Geral, com natureza técnica e articuladora, voltada para a implementação das diretrizes emanadas do Comitê e para a direção das atividades desenvolvidas no âmbito do Projeto Rondon;

 

II - de Coordenação Operacional e Administrativa, com natureza executiva, voltada para a confecção do plano operacional anual e de sua execução; e

 

III - de Coordenação Regional, com natureza executiva, ativada conforme as necessidades e a dimensão dos trabalhos nas regiões de atuação.

 

Parágrafo único. Poderão ser convidados a participar das Comissões personalidades e representantes de outros órgãos e de entidades públicas e privadas.

 

Art. 4º São atribuições do Presidente do Comitê:

 

I - convocar e presidir as reuniões do colegiado;

 

II - solicitar a elaboração de estudos, informações e posicionamento sobre temas de relevante interesse público na área de sua atuação;

 

III - firmar atas das reuniões e homologar as resoluções; e

 

IV - constituir e organizar as Comissões.

 

Art. 5º O regimento interno do Comitê será submetido pelo seu Presidente à aprovação do colegiado e disporá sobre a organização, a forma de apreciação e a deliberação das matérias, bem

como sobre o funcionamento das Comissões.

 

Art. 6º Caberá ao Ministério da Defesa prover o apoio administrativo e os meios necessários à execução dos trabalhos do Comitê e das Comissões.

 

Art. 7º As atividades dos integrantes dos membros do Comitê e das Comissões são consideradas serviço público relevante, não remuneradas.

 

Art. 8º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

 

Brasília, 14 de janeiro de 2005; 184º da Independência e 117º da República.

 

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA

José Alencar Gomes da Silva

 

ANEXO

 

DIRETRIZES BÁSICAS PARA A EXECUÇÃO

DAS AÇÕES DOPROJETO RONDON

 

Viabilizar a participação do estudante universitário nos processos de desenvolvimento e de fortalecimento da cidadania.

 

Contribuir para o desenvolvimento sustentável nas comunidades carentes, usando as habilidades universitárias.

 

Estimular a busca de soluções para os problemas sociais da população, formulando políticas públicas locais, participativas e emancipadoras.

 

Contribuir na formação acadêmica do estudante, proporcionando-lhe o conhecimento da realidade brasileira, o incentivo à sua responsabilidade social e o patriotismo.

 

Manter articulações com as ações de órgãos e entidades governamentais e não-governamentais, em seus diferentes níveis, evitando a pulverização de recursos financeiros e a dispersão de esforços em ações paralelas ou conflitantes.

 

Assegurar a participação da população na formulação e no controle das ações.

 

Priorizar áreas que apresentem maiores índices de pobreza e exclusão social, bem como áreas isoladas do território nacional, que necessitem de maior aporte de bens e serviços.

 

Democratizar o acesso às informações sobre benefícios, serviços, programas e projetos, bem como recursos oferecidos pelo poder público e iniciativa privada e seus critérios de concessão.

 

Buscar garantir a continuidade das ações desenvolvidas.

 

 

 

 

 

 

 

© Copyright 2003 SEMESP - Todos os direitos reservados